Como criar conteúdo para viralizar em 2026?

Durante anos, o mercado digital operou em um território cinzento: qualquer pessoa com um celular, seguidores e engajamento se autodeclarava influenciador.

Funcionava sem regras claras. Além disso, não havia responsabilidade formal. Consequentemente, não existia enquadramento profissional.

Entretanto, isso acabou.

A promulgação da Lei nº 15.325, de 6 de janeiro de 2026, que regulamenta o exercício da profissão de multimídia, marca um divisor de águas no ecossistema digital brasileiro. Pela primeira vez, a produção, gestão e disseminação de conteúdo digital passam a ser tratadas como atividade profissional regulamentada.

Como resultado, o impacto é muito maior do que parece.

Mas, na prática? Influenciar deixou de ser apenas “criar conteúdo”.

Agora, a atividade envolve:

  • Responsabilidade legal;
  • Obrigações profissionais;
  • Risco jurídico real.

Ou seja, o criador que antes postava, fechava “publi” e seguia a vida normalmente, agora responde como profissional formalizado. Portanto, quem ignora isso corre sério risco de ficar fora do jogo.

O que a nova lei muda no jogo dos influenciadores

Antes de qualquer debate ideológico, vamos ao ponto que interessa: o impacto prático.

Nesse sentido, a nova legislação estabelece um marco de profissionalização que afeta diretamente:

  1. Contratos de publicidade;
  2. Relações com marcas e agências;
  3. Direitos autorais e deveres legais;
  4. Bem como a responsabilidade sobre mensagens, promessas e recomendações.

Em outras palavras: 👉 Influenciar virou profissão regulada. 👉 E improviso virou passivo jurídico.

Dessa forma, criadores que atuam como se ainda estivessem em 2023 estão assumindo riscos sem perceber.

O maior erro dos influenciadores em 2026

Acreditar que “isso não vai pegar”. Sem dúvida, esse é o erro clássico.

Historicamente, toda regulamentação começa sendo ignorada… Até virar problema.

Pois, sem estrutura profissional, contratos bem definidos, estratégia de posicionamento e clareza sobre limites legais, o influenciador se torna o elo mais fraco da cadeia — e o primeiro a ser responsabilizado.

📉 Resumindo, a conta é simples: Alcance alto + zero estrutura = exposição máxima.

O impacto real para marcas e agências

Por outro lado, não são só os influenciadores que precisam se preocupar. Marcas que continuam contratando creators de forma informal agora assumem:

  • Risco jurídico compartilhado;
  • Danos de imagem;
  • Além de passivos contratuais.

Em 2026, a pergunta não é mais “quantos seguidores ele tem?”. Pelo contrário, a questão agora é: 👉 Esse influenciador está profissionalmente estruturado? 👉 Além disso, ele entende os limites legais do que comunica? 👉 Existe segurança jurídica nessa parceria?

Certamente, quem ignora isso vai pagar a conta depois.

Influenciador não é mais “mídia barata”

A lei escancara uma verdade que o mercado evitava encarar: Influenciadores deixaram de ser apenas canais de alcance. Agora, são atores profissionais da comunicação.

Isso porque a mudança afeta a precificação, a expectativa de entrega, o nível de cobrança e o grau de responsabilidade. Logo, o amadorismo que antes passava despercebido, agora vira risco estratégico.

Onde a Agência VCD entra nesse novo cenário

A Agência VCD atua exatamente no ponto crítico que a Lei 15.325 expôs: a profissionalização real da influência digital.

Basicamente, nosso trabalho envolve:

  • Estruturação estratégica de influenciadores e creators;
  • Modelos de contrato alinhados à nova realidade;
  • Posicionamento de marca pessoal com visão de longo prazo;
  • Também, a proteção de imagem e reputação digital;
  • Integração segura entre marcas e criadores.

Assim, transformamos criadores em ativos estratégicos, não em riscos operacionais.

Profissionalização não é censura. É sobrevivência.

Existe um discurso raso circulando por aí dizendo que a lei “acabou com a liberdade”. Contudo, ela não acabou. Ela acabou com o improviso, a falta de responsabilidade e a influência sem critério.

Quem entende o jogo sabe: 👉 Liberdade sem estrutura, invariavelmente, cobra um preço.

Por isso, os influenciadores que se adaptarem rápido vão atrair marcas maiores, fechar contratos melhores e ter mais previsibilidade de receita. Já os que ignorarem… Vão desaparecer do mercado — ou virar problema jurídico.

O mercado mudou. Ignorar custa caro.

A lei já está em vigor. O mercado já está se ajustando. Além do mais, as marcas já estão ficando mais criteriosas.

👉 Quem se antecipa, cresce. 👉 Quem ignora, paga a conta depois.

Quer entender como essa nova lei impacta sua atuação como influenciador ou marca? Ou então, quer saber se sua operação está juridicamente e estrategicamente protegida?

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